O TEMPO

HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA, VÍDEO e MÚSICA!

É bom saber que apesar de todas as dificuldades acadêmicas que envolvem nossa instituição, alguns alunos conseguem aproveitar as disciplinas da melhor forma possível!

O vídeo abaixo foi feito pelas alunas Ana Carolina Pereira, Bruna Carmona Bonifácio, Dayana Salles e Isabela Zilli Ribeiro, do curso de Bacharelo em Design da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) para a disciplina de História da Arte II.

O tema do trabalho era “Elementos ecléticos da arquitetura em Curitiba” e a proposta  fazer um vídeo ou animação que apresentasse o ecletismo presente na cidade, percebendo como as construções arquitetônicas são marcadas pelo contexto histórico e cultural em que estão inseridas, fazem parte do nosso cotidiano, de nossas referências e repertório visual.

A equipe escolheu o “Solar do Barão” e a música O Tempo do Móveis Coloniais de Acaju. Com a aprovação e autorização da banda, o vídeo clip das meninas está agora concorrendo ao FIZ na MTV e dependendo da quantidade de votos pode ir para a TV, ganhar algumas premiações…

É isso aí! Parabéns meninas!

VOTEM!

FIZ MTV: http://fiznamtv.com.br/video/ver/29362

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A VIDA É UM SOPRO

sopro

Crianças do Lar Criança Arteira

“Não precisamos nem mesmo nos arriscar sozinhos na aventura, pois os heróis de todos os tempos já foram à nossa frente. O labirinto é bem conhecido, só temos que seguir os passos do herói. E onde pensávamos encontrar algo abominável, encontrarmeos um deus. E onde pensávamos de teríamos que matar alguém, teremos de matar a nós mesmos. E quando pensávamos em viajar para fora, chegaremos bem no centro da nossa própria existência. E onde pensávamos estar sozinhos, estaremos em companhia do mundo inteiro.”

Joseph Campbell
O poder do mito

Um Feliz Natal e um Ano Novo iluminado!

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Natal das crianças do LAR CRIANÇA ARTEIRA

Lar Criança Arteira

Seja padrinho ou madrinha de uma criança do Lar Criança Arteira neste Natal!
Doe um par de sapatos e um conjunto de roupas (camiseta e bermuda, camiseta e calça, vestido, etc).

“A entidade presta atendimento às crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade que são encaminhadas pelos órgãos competentes (Conselhos Tutelares, Vara da Infância e Juventude, Central de Vagas). Elas são procedentes de vários bairros, pois nem sempre em seu bairro de origem, há casas lares.

A entidade tem como objetivo acolher as crianças, vítimas de violências ou abandonadas, designadas pela Vara da Infancia e Juventude e oferecer condições de convivência familiar, proporcionando educação integral, cuidados com a saúde física e mental, tratamentos especializados, vida comunitária, cultura, esporte, lazer e muito amor.”

http://www.criancarteira.org.br/

LISTA DE CRIANÇAS

(esta lista será atualizada a medida que os padrinhos e madrinhas forem fazendo as “adoções”)

1. AMANDA
idade: 10
calçado: 36
roupa: 12
padrinho/madrinha: Ana Claudia
status: RECEBIDO


2. BARBARA
idade: 07
calçado: 28
roupa: 08
padrinho/madrinha: Aline P.
status: RECEBIDO

3. CRISTINA
idade: 14
calçado: 35
roupa: 14
padrinho/madrinha: Beatriz M.
status: RECEBIDO


4. DRIELLY
idade: 10
calçado: 29
roupa: 10
padrinho/madrinha: Debye
status: RECEBIDO

5. EDGAR
idade: 5
calçado: 29
roupa: 8
padrinho/madrinha: Karin S.
status: RECEBIDO

6. GABRIEL
idade: 03
calçado: 25
roupa: 04
padrinho/madrinha: Augusto
status: RECEBIDO

7. JÉSSICA
idade: 09
calçado: 29
roupa: 12
padrinho/madrinha: Diogo D.
status: RECEBIDO

8. JHENIFER
idade: 11
calçado: 35
roupa: 14
padrinho/madrinha: Ana Paula C.
status: RECEBIDO

9. JOSIANE
idade: 05
calçado: 29
roupa: 06
padrinho/madrinha: Priscila e Ana
status: RECEBIDO

10. LUIS FELIPE
idade: 07
calçado: 26
roupa: 08
padrinho/madrinha: Viviane
status: IRÁ PARTICIPAR DA ENTREGA NO DIA

11. MATHEUS ALEXANDRE
idade: 10
calçado: 35
roupa: 10
padrinho/madrinha: Cristina P.
status: RECEBIDO

12. NAIARA MARCELI
idade: 11
calçado: 33
roupa: 12
padrinho/madrinha: Eva
status: RECEBIDO

13. NICOLE
idade: 11
calçado: 33
roupa: 12
padrinho/madrinha: Daniel
status: RECEBIDO

14. RAFAELA
idade: 07
calçado: 28
roupa: 08
padrinho/madrinha: Bruna P.

15. RAUL PABLO
idade: 04
calçado: 25
roupa: 06
padrinho/madrinha: Danielle L.
status: RECEBIDO

16. RODRIGO
idade: 09
calçado: 35
roupa: 10/12
padrinho/madrinha: Rosa Maria
status: RECEBIDO

17. ROGERIO
idade: 08
calçado: 33
roupa: 08
padrinho/madrinha: Joseandra
status: RECEBIDO

18. RUBENS
idade: 09
calçado: 34
roupa: 10
padrinho/madrinha: Lis
status: RECEBIDO

19. WILSON
idade: 11
calçado: 38
roupa: 14
padrinho/madrinha: Eva
status: RECEBIDO

20. YGOR FELIPE
idade: 02
calçado: 23
roupa: 03
padrinho/madrinha: Mônica B.
status: RECEBIDO

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SEM LENÇO SEM DOCUMENTO estréia na Cinemateca

sem lenço sem documento

SEM LENÇO SEM DOCUMENTO

um curta de Karin Soares

Flickr: http://www.flickr.com/photos/40046239@N06/

ESTRÉIA

02 de dezembro de 2009, às 20h

CINEMATECA de Curitiba

Rua Carlos Cavalncanti, 1174 – Centro

No mesmo dia, assista também: “Poesia não rima com rua” (de Jardel Magrão, Documentário, 13 min) e “O Sotaque” (de Marilizi Donini, Ficção, 15 min).

SINOPSE

Com seu fusca conversível, Fabiano faz o maior sucesso na faculdade. Como de costume, todas as noites depois da aula Fabiano leva sua namorada para casa. Para sua surpresa o jovem apaixonado é abordado por um policial e precisa da ajuda da sua família. E o que parecia muito simples de resolver acaba virando uma grande confusão.

EQUIPE

Roteiro e direção: Karin Soares | Elenco: Diego Soares; Dayana Dallabrida; Diego Farah; Wellington Soares; Mariza Tezelli; Giselle Lima | Figurantes: Ana Paula Yamamoto; Áurea Portugal; Gilmar Rodrigues; Helen Bastos; João Kozak; Milton Fabrício; Sabrina Dybas; Thiago de Andrade; Wellington Soares Junior | Assist. Direção: Mariza Tezelli | Direção de Fotografia: Vitor Schühli | Assist. Fotografia: Tiago Martins Borges | Direção de elenco: Pedro Bonacin | Direção de arte: Faettusa Tezelli | Produção: André Macedo, Neuton kosak, Mariza Tezelli | Produção Executiva: Helen Bastos | Som Direto: Augusto Mosna Simão | Elétrica: Flávio Malaguty; Wellington Soares Junior | Edição: Ana Claudia França; Karin Soares | Trilha Sonora: Cesar Mattos | Edição Do Som / Mixagem: Sanjai Cardoso | Design Gráfico: Ana Claudia França; Augusto Mosna Simão | Colorista: Mariza Tezelli | Música do Rádio: Ficando Louka, de Paranoika | Música Teclado: Piston de Gafieira, de Billy Blanco

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CINEMA E FILOSOFIA

Alguém dúvida desta relação?

“O professor de filosofia, romancista e ensaísta Ollivier Pourriol fala sobre as aulas que promove em Paris em que relaciona cinema e filosofia.”
Para saber mais:
http://www.saraivaconteudo.com.br/Artista.aspx?id=189

Para pensar cinema e design (e por que não filosofia?!): http://anafranca.art.br/disciplina/design-cinema-e-video/

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PEDRINHO, MARTELOS E VESTIDOS

Há alguns anos atrás tive o imenso prazer de conhecer o Pedrinho, um sujeito muito especial. Foi durante a realização do média metragem “Singularidades”, em que pude participar intensamente junto com outros colegas também especiais. O documentário, modéstia parte, é muito bacana e trata sobre gays e lésbicas com mais de 40 anos. Dentre eles está Pedrinho, o pedreiro, pessoa querida que conquista qualquer um.

Para saber sobre o documentário “Singularidades”, clique aqui.

E confira mais sobre o Pedrinho na reportagem da Gazeta do Povo que saiu esta semana!

(Foto: Rodolfo Bührer e Ilustração: Felipe Lima)

(Foto: Rodolfo Bührer e Ilustração: Felipe Lima)

PEDRINHO PEDREIRO FAZ ARTE

por José Carlos Fernandes

Publicado em 23/10/2009 | jcfernandes@gazetadopovo.com.br
fonte: Gazeta do Povo
Disponível em: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?id=936868&ch=

Pedrinho Ferreira dos San­­tos, 57 anos, o Pedrinho Pe­­dreiro, só compra sapatos nas lojas Macieiro do Largo da Ordem. Ele calça número 41-42 e faz o tipo exigente – pede solados de primeira, com salto 10. Explica: cansa muito fi­­car de cinco a seis horas em cima do 15. “Salto 15 é pra gente moça.”

Para a semana, Pedrinho prefere uma botina baixa, perfeita na lida dos tijolos. Sua rotina, diga-se, é a de um forte. Quando o galo canta, arranca a camisola rubra, estende o edredon rosa na cama larga e se manda para a obra, na companhia do filho de 32 anos. Vão em trajes de guerra: camiseta de político, jeans surrado e boné de posto de gasolina.

Finda a tarde, de volta ao Ca­­juru que nasce na trincheira da 277, bate um papo na calçada com a ex-mulher, sua vizinha da frente. Depois sobe, com a exaustão dos justos, a escada do puxadinho. Porta adentro, banho to­­mado, faz o jantar, vestido de lon­­go. Adora vermelho. Quase não sai, pois dia seguinte, dia de laje. É preciso ter braços e pernas para ser Pedrinho Pedreiro.

Tempos atrás, um bisbilhoteiro espiou pelo muro e viu o operário de branco rendado, decote canoa. O patrão na segunda à vista ouviu poucas do dedo-duro: “Olhe, aquele, sei não…” Mas que nada. O chefe chamou o Pedrinho como se animasse a festa da cu­­meeira: “Tem de ser muito ma­­cho para fazer o que você faz.”

Pedrinho faz o tipo que das maldades esquece. Se lhe fazem chalaça, aumenta a graça, deixa o sarrista no chinelo. Fala da vida “nem aí”, sempre dando volume ao cabelo chanel, cor indefinida, pedindo um salão. Muda de assunto quando quer e conta piada fazendo performance. Apren­­deu com Amauri Ernani e Paula Giannini do Teatro Cultura, onde fez curso de ator. A propósito, me pergunta se tenho o telefone do humorista Diogo Portu­­gal. Digo que não. Ele diz fazer arte. E conta, com voz grave, o que quero saber.

Lá pelos seus 12 anos, na natal Passo Fundo, inventou de vestir as roupas da mãe e irmãs. A mãe fez tremer o chão, do milharal aos Pampas. “Se tá fazendo arte, me­­nino, arte.” E dá-lhe cintada, com o pobre sem saber o-que-é que-era.

O menino cresceu, casou, fez filho e de tudo um pouco. Acabou-se na roça até os 20. Foi caminhoneiro dez anos. Casou de novo. Trabalhou até ganhar casco nas mãos, até vincar riachos nos olhos, até ficar triste. Deu de chorar tanto que nem o psiquiatra e o psicólogo lhe tiravam do escuro. Chamavam-no de trans, de bi, de homo, de doido demais.

Nem ele se lembra ao certo, mas cinco anos depois se espreguiçou e inventou de fazer a tal da arte de novo. Sábado e domingo saía à rua de saia. Ia a bailes de salto alto. Com teatro e cinema se meteu. Virou figurinha da Paixão de Cristo do Lanteri. Em 2001, estreou na peça Apocalipse, o capeta de Caruaru. Depois encenou Só falei para acordar seu pensamento, para a qual criou a personagem Gizelly, a heroína romântica a bordo de uma cesta de flores. No longa Mulheres do Brasil fez pontinha no papel de engraxate. No documentário Singula­­ridades, de Luciano Coelho, conta tudo.

A cada novidade, a família em desespero. Queriam que ele se fosse. Como não tinha para onde ir, mudou-se para os fundos. A gastura passou. Hoje, na parede da sala a gente vê as fotos de Pedrinho, em trajes de Gizelly, com o filho e os quatro netos. Me­­­­­ses atrás, emprestou uma bolsa linda à ex-mulher. Tijolo por tijolo, o pedreiro ergueu na meia-água do Cajuru uma zona franca para a diferença.

O território tem até um pe­­quenino monumento, sem co­­bre nem mármore: uma caixa de ferramentas em que o dono da casa guarda colares e brincos. Sem bijus, sei não, Pedrinho Pe­­dreiro nem saberia quem é.

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PRÊMIO JOVEM DA PAZ

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Fonte: www.jovemdapaz.com.br

INSCRIÇÕES DE 02 DE OUTUBRO A 09 DE NOVEMBRO DE 2009

Um programa de incentivo para jovens que estão envolvidos em ações que propagam a harmonia entre os povos e o comprometimento com o meio ambiente. Este é o Prêmio Jovem da Paz, que teve suas inscrições abertas na última sexta-feira, dia 2.

O Jovem da Paz foi instituído desde 1991 em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, e este ano será realizado no Brasil com o mesmo propósito: premiar os jovens engajados na mudança social. A premiação e abertura da exposição serão em Curitiba, no Paraná, no dia 10 de dezembro.

No total são oito categorias que premiam jovens entre 15 e 35 anos preocupados com questões como educação, esporte, meio ambiente, arte e cultura. Um trabalho em cada uma das categorias será premiado, os vencedores concorrem ao Prêmio Jovem da Paz Brasil, e finalmente o ganhador da etapa nacional ainda pode faturar o prêmio de maior destaque: o de Jovem da Paz Internacional.

Os trabalhos devem abordar o tema “Ação Jovem” e podem ser inscritos até o dia 9 de novembro. As inscrições podem ser feitas a partir do site oficial do prêmio, que também traz todas as etapas e critérios de avaliação dos trabalhos.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/inscricoes-abertas-para-o-premio-jovem-da-paz

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QUILOMBOLAS: TRADIÇÕES E CULTURA DA RESISTÊNCIA

André Cypriano

Foto: André Cypriano

O trabalho “Quilombolas – Tradições e Cultura da Resistência”, com 40 imagens, do fotógrafo documentarista André Cypriano, fica em exposição no Museu Oscar Niemeyer até o dia 18 de outubro de 2009. As imagens expõem tradições ancestrais, crenças e atividades cotidianas de brasileiros descendentes de africanos, que resistem ao tempo em comunidades quilombolas pelo país. O público ainda pode conferir dois mapas das comunidades, produzidos por Piero Pucci Falgetano e Diego Pascoal Carneiro Beneditos.

Telefone:
(41) 3350-4400

Site oficial:
http://www.pr.gov.br/mon/

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MISSÕES: CONQUISTANDO ALMAS E TERRITÓRIOS

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Missões: Conquistando Almas e Territórios é uma mostra realizada pela Secretaria de Estado da Cultura que visa divulgar e aprofundar o conhecimento da história do Paraná dos séculos XVI e XVII.

De 28 de agosto a 22 de novembro de 2009
Abertura: 28 de agosto, às 19h
Casa Andrade Muricy

Alameda Dr. Muricy, 915 – Centro 80020-040 – Curitiba – Paraná
Tel. (41) 3321-4786
Fax (41) 3321-4797

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Blog no ar!

Agradecimentos muito especiais às professoras que inspiraram e colaboraram com a elaboração do conteúdo e referências das disciplinas: Ana Paula França, Ana Verdasca, Laís Licheski, Luciana Silveira, Maria Claudia Regiani, Marilda Queluz, Marinês Ribeiro, Maristela Ono e Maureen Schaefer. Sem a ajuda e orientação de vocês, jamais conseguiria sozinha. Muito obrigada!

E um agradecimento especial ao professor Augusto Simão, sem o qual, esse blog não poderia ser “materializado” (ao menos dessa forma)!

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